Fale connosco
Data & AI
14/12/2023
Se o futuro do negócio financeiro passa pelos dados, as tecnologias de Inteligência Artificial Generativa trazem toda uma nova dimensão de crescimento a partir da informação gerada. O que falta à banca para lá chegar?
As tecnologias disruptivas tiveram sempre a virtude inerente de proporcionar saltos significativos de crescimento no setor financeiro, mais ou menos percetíveis no mercado de acordo com a sua natureza, quer fossem usadas nos procedimentos internos das organizações, ou nos processos de inovação que resultaram em novos produtos e serviços, ou na melhoria da experiência do Cliente.
Num negócio em que a capacidade de lidar rapidamente com elevados volumes de dados é um fator cada vez mais decisivo, a Inteligência Artificial Generativa (ou Generative AI) vem introduzir novas formas de atuação, mais rápidas e eficientes, tanto a nível das operações internas, invisíveis para o mercado, como em relação ao que é proporcionado aos Clientes.
A este nível, as transformações podem ocorrer em diferentes áreas das instituições financeiras, desde os processos de Análise, Advisory, até ao Compliance ou ao Apoio ao Cliente, por exemplo.
Este tipo de tecnologia, tem a capacidade de ajudar na produção de conteúdos com valor acrescentado a partir da análise de grandes volumes de informação, prometendo um novo potencial de inovação e de utilização da informação, com níveis de rentabilidade e eficiência substancialmente melhorados.
No entanto, para transformar Generative AI em valor real para o setor financeiro é necessário identificar todos os desafios associados à sua utilização, sobretudo ao nível dos sistemas legacy e do know-how do parceiro tecnológico. A partir daí, o potencial é imensurável.
Podemos identificar sete casos de uso teóricos em que Generative AI vem introduzir um elevado grau de inovação nas operações da Banca. Todas essas áreas já utilizam ferramentas tecnológicas para reforçar a sua eficiência, mas falamos agora de uma capacidade acrescida para usar os dados existentes – e, entretanto, gerados – com ganhos substanciais de tempo e rentabilidade:
Olhando para a lógica de omnicanal que caracteriza atualmente o negócio da Banca, não tenho dúvidas de que Generative AI pode funcionar como um poderoso aliado na agregação de dados, na identificação de padrões e, no final do dia, numa significativa criação de valor. No entanto, a Banca possui ainda vários sistemas legacy com informação pertinente, o que coloca diversos desafios de compatibilidade, sobretudo na garantia de ligação, em tempo real, entre as novas ferramentas “inteligentes” e os sistemas de informação.
A escolha de um parceiro com o know-how certo sobre os sistemas legacy de TI, sobre o setor financeiro e sobre o papel que Generative AI pode ter nos respetivos negócios é fundamental para enfrentar os desafios associados a esta tecnologia no setor da Banca. Só assim será possível potenciar as transformações substanciais que a Inteligência Artificial consegue introduzir em diversas áreas fundamentais do setor e aceder a uma nova dimensão de crescimento.
Nuno Sousa
Financial Services Director – Claranet Portugal
Iniciativas
Acompanhe a nossa agenda e as tendências do setor.
Soluções
Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit.